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Economia – A Dólar cai para R$ 5,03 nesta quinta-feira (28), em um movimento influenciado pela redução das tensões geopolíticas no Oriente Médio e pela divulgação de dados econômicos dos Estados Unidos. O mercado financeiro também acompanhou a oscilação do petróleo e o comportamento das bolsas internacionais ao longo do dia.
Apesar da queda do dólar, a Bolsa brasileira encerrou o pregão em leve baixa, refletindo cautela dos investidores com o cenário interno.
O que levou à queda do dólar
A moeda norte-americana encerrou o dia cotada a R$ 5,032, com recuo de 0,57%. Durante a sessão, chegou a tocar a mínima de R$ 5,02.
O movimento foi impulsionado principalmente por dois fatores externos:
- Sinais de distensão no Oriente Médio
- Dados de inflação mais controlados nos Estados Unidos
O alívio geopolítico reduziu a busca por ativos considerados mais seguros, como o dólar, beneficiando moedas de países emergentes, incluindo o real.
Impacto dos Estados Unidos no mercado
A divulgação do índice de inflação PCE nos Estados Unidos, principal indicador acompanhado pelo Federal Reserve, também influenciou o mercado.
O dado veio levemente abaixo das expectativas, reforçando a percepção de que a inflação norte-americana segue em trajetória de desaceleração.
Isso impacta diretamente as apostas sobre os próximos passos do banco central dos EUA, o que afeta o fluxo global de investimentos.
Bolsa brasileira recua na contramão do exterior
Enquanto bolsas em Nova York registraram altas, o Ibovespa, da Ibovespa, fechou o dia em queda de 0,39%, aos 175.063 pontos.
O desempenho foi pressionado principalmente por ações da Petrobras, que acompanharam a volatilidade do petróleo.
Os papéis da estatal tiveram queda mesmo após ajustes nos preços dos combustíveis, refletindo cautela do mercado.
Petróleo oscila com cenário internacional
O mercado de petróleo também registrou um dia instável, com variações influenciadas pelas notícias sobre o Oriente Médio.
O barril do tipo Brent e o WTI fecharam em leve alta, após oscilações ao longo da sessão.
Investidores seguem atentos às negociações envolvendo rotas estratégicas de transporte de petróleo e possíveis impactos em oferta global.
Cenário ainda é de cautela
Apesar do alívio pontual no câmbio, o mercado financeiro ainda opera com atenção redobrada a fatores como inflação global, política monetária dos EUA e riscos geopolíticos.
No Brasil, investidores também acompanham as perspectivas para a taxa básica de juros e indicadores de atividade econômica.

