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harmonização glútea
Reprodução redes sociais
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Brasil – Uma mulher de 48 anos morreu após passar mal depois de realizar um procedimento de harmonização glútea em uma clínica no bairro Brooklin, na Zona Sul de São Paulo. O caso é investigado pela Polícia Civil, que busca esclarecer se existe relação direta entre o procedimento estético e a morte da paciente.

A vítima foi identificada como Roseli Fernandes de Oliveira Romeiro Vieira, moradora de Mato Grosso do Sul, que viajou até a capital paulista para realizar o procedimento.

Paciente passou mal horas após procedimento

Segundo informações da investigação, Roseli começou a apresentar fortes dores e mal-estar poucas horas após a harmonização glútea.

No dia seguinte ao procedimento, ela retornou à clínica para uma nova avaliação médica.

Ainda no hall do prédio comercial onde funciona o consultório, a paciente sofreu uma parada cardiorrespiratória.

Equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foram acionadas e tentaram reanimá-la, mas ela não resistiu.

Polícia investiga relação entre procedimento e morte

O caso foi registrado no 27º Distrito Policial de São Paulo como:

  • morte suspeita;
  • morte acidental;
  • homicídio.

A investigação busca determinar se houve falha médica, complicações decorrentes do procedimento ou outros fatores relacionados ao óbito.

Exames periciais e laudos técnicos devem auxiliar na definição das causas da morte.

Defesa afirma que não há conclusão sobre causa do óbito

Segundo a defesa da médica responsável pelo atendimento, ainda não existe laudo conclusivo que confirme ligação direta entre a harmonização glútea e a morte da paciente.

A profissional que realizou o procedimento também teria iniciado os primeiros socorros antes da chegada do Samu.

Nos próximos dias, a clínica, profissionais envolvidos e testemunhas deverão prestar novos depoimentos à Polícia Civil.

Cresce debate sobre segurança em procedimentos estéticos

O caso reacende discussões sobre segurança em procedimentos minimamente invasivos, avaliação prévia de pacientes e fiscalização de clínicas estéticas.

Especialistas costumam alertar que intervenções estéticas, mesmo consideradas simples, podem apresentar riscos e exigem acompanhamento médico adequado, estrutura de emergência e avaliação individualizada.

A conclusão da investigação dependerá dos laudos periciais e das análises médicas solicitadas pelas autoridades.

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