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briga em escola
Reprodução Alesp
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Baixada Santista – Uma briga envolvendo mais de 30 pessoas em frente à Escola Municipal Jorge Bierrenbach Senra, em São Vicente, no litoral de São Paulo, deixou duas mulheres feridas e mobilizou equipes da Guarda Civil Municipal (GCM). O caso aconteceu na segunda-feira (25) e envolveu estudantes, familiares e outras pessoas que estavam no entorno da unidade escolar.

As vítimas, de 31 e 33 anos, receberam atendimento médico após serem encaminhadas ao pronto-socorro. Até o momento, não foram divulgadas informações atualizadas sobre o estado de saúde delas.

A ocorrência reacende discussões sobre conflitos no ambiente escolar, violência entre estudantes e o papel das redes de apoio para prevenção de episódios semelhantes.

Como começou a confusão em frente à escola?

Segundo informações registradas em boletim de ocorrência, a GCM foi acionada após relatos de tumulto em frente à unidade educacional.

Ao chegarem ao local, os agentes encontraram uma confusão generalizada envolvendo alunos, responsáveis e outras pessoas.

De acordo com a corporação, sete viaturas foram deslocadas para conter a situação. Os agentes afirmaram que foi necessário utilizar spray de pimenta para dispersar os envolvidos e restabelecer a ordem.

Duas mulheres e três adolescentes apontados como participantes do início da confusão foram levados à delegacia para prestar esclarecimentos.

Versões diferentes marcam investigação do caso

Os relatos apresentados à polícia divergem sobre o que motivou a briga.

Uma das responsáveis afirmou que foi até a escola após ser informada sobre um incidente envolvendo a filha e disse ter descoberto que outra mulher teria agredido a adolescente dentro da unidade.

Segundo o depoimento, a situação evoluiu rapidamente para troca de ofensas e agressões físicas entre responsáveis e estudantes.

Já outra mulher declarou que a filha sofria bullying e que decidiu ir até o local após receber uma ligação da adolescente. Segundo ela, o tumulto começou quando a jovem teria sido cercada por outros estudantes.

As duas versões estão sendo analisadas pelas autoridades.

O que diz a polícia sobre o caso?

A Secretaria de Segurança Pública de São Paulo informou que a ocorrência foi registrada como lesão corporal no 3º Distrito Policial de São Vicente.

As partes envolvidas foram orientadas a realizar exames no Instituto Médico Legal (IML), etapa comum em investigações desse tipo.

Até o momento, não há confirmação sobre responsabilizações ou novas medidas relacionadas aos envolvidos.

Prefeitura acompanha situação e oferece apoio psicológico

Em nota, a Prefeitura de São Vicente informou que acompanha o caso por meio da Secretaria da Educação.

Segundo a administração municipal, a direção escolar acionou responsáveis e a Guarda Civil Municipal logo após o início da confusão.

A prefeitura também afirmou que disponibilizou acompanhamento psicológico para estudantes, familiares e profissionais da escola envolvidos direta ou indiretamente no episódio.

Casos de violência no ambiente escolar costumam levantar debates sobre convivência, prevenção ao bullying e fortalecimento da mediação de conflitos dentro e fora das salas de aula.

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