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Wellington Cardoso dos Santos, de 18 anos, foi preso em Guarulhos (SP), acusado de ser o assassino de aluguel que matou Maria Kauane...
Créditos: Divulgação/Polícia Civil e Reprodução/Redes Sociais

Wellington Cardoso dos Santos, de 18 anos, foi preso em Guarulhos (SP), acusado de ser o assassino de aluguel que matou Maria Kauane Domingos da Silva, de 19 anos, em Mongaguá, no litoral paulista. Segundo a Polícia Civil, ele foi contratado por R$ 10 mil pelo namorado da vítima, Cleon dos Santos Pires Querido, que já está detido.

O crime ocorreu no último dia 9, na residência de Maria Kauane, localizada na Avenida Santana, bairro Jardim Santana. A jovem foi baleada dentro de casa e socorrida em estado grave pelo Samu, mas não resistiu aos ferimentos e morreu no Hospital Irmã Dulce, em Praia Grande, no domingo (10).

A prisão de Wellington aconteceu na manhã da última quarta-feira (27), durante patrulhamento da Polícia Militar na Avenida Paschoal Thomeu, bairro Bonsucesso, em Guarulhos. Ele foi abordado ao sair de um imóvel com uma motocicleta e demonstrar nervosismo diante da presença da viatura. Embora nada de ilícito tenha sido encontrado com ele ou na moto, os policiais identificaram um mandado de prisão em aberto relacionado ao feminicídio e o conduziram ao 7° Distrito Policial da cidade.

Durante o interrogatório, Wellington negou envolvimento no assassinato. Mesmo assim, foi preso e permanece à disposição da Justiça.

As investigações apontaram que Cleon, o namorado da vítima, contratou Wellington após desentendimentos com Maria, alegando que era constantemente traído e que ela levava uma vida como garota de programa. Cleon chegou a confessar o crime à polícia, revelando inclusive trocas de mensagens com Wellington para organizar a execução.

Imagens de câmeras de segurança foram fundamentais para esclarecer os fatos e confirmar que Cleon não agiu sozinho. Nas gravações, ele aparece circulando de moto com outro homem na rua onde Maria foi morta. A polícia acredita que o acompanhante era Wellington.

Antes da prisão, policiais civis monitoraram o endereço de Wellington em diferentes horários, mas não o encontraram. A mãe do jovem disse que não via o filho há cerca de oito meses.

O caso foi registrado como feminicídio, e os envolvidos permanecem presos enquanto o inquérito segue em andamento.

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