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Técnico alerta para problemas na zaga, improvisos e dependência de jovens

Créditos: Raul Baretta / Santos FC
A vitória de virada sobre o Cruzeiro deu respiro a Cléber Xavier, mas o treinador reconheceu que “não se faz um time em um estalo de dedos” e que a equipe ainda busca equilíbrio para “fazer mais e tomar menos”, citando falhas recentes na defesa.
Sem João Basso e Luan Peres, o Santos improvisou Luisão e Gil contra o Cruzeiro. João Ananias, de 18 anos, foi a única opção de troca no banco. “Gostei da dupla, mas precisamos trabalhar muito para manter a consistência defensiva”, disse Cléber.
O técnico revelou que treinou João Schmidt como zagueiro para emergências e vê no volante Willian Arão outra alternativa, apesar da lesão. “Temos atletas importantes no departamento médico e precisamos tê-los de volta o mais rápido possível.”
Cléber destacou também os jovens da base. “O Ananias e o Alencar têm muito potencial, mas ainda são novos. Precisam evoluir”, afirmou, reforçando que a escassez de zagueiros é agravada pela necessidade de maturação dos garotos do sub-20.
Apesar dos problemas, o treinador valorizou a reação no Mineirão: “O primeiro tempo foi abaixo, mas no segundo ajustamos e poderíamos ter feito mais gols.” Ele citou as defesas de Brazão como decisivas para evitar um placar adverso maior.
Com 21 pontos e cinco acima do Z4, o Santos se prepara para enfrentar o Vasco no MorumBIS. Cléber alerta que “times da parte de baixo da tabela também são difíceis” e quer a terceira vitória seguida, mas reconhece que o setor defensivo ainda é a principal dor de cabeça.
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