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adolescente baleado por GCM em Bertioga
Reprodução internet
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Baixada Santista – Um adolescente de 17 anos morreu após ser baleado por um guarda civil municipal (GCM) durante uma ocorrência em Bertioga, no litoral de São Paulo. O caso aconteceu na madrugada de domingo (20), no bairro Boraceia.

Segundo a Secretaria da Segurança Pública de São Paulo (SSP-SP), o adolescente estava em uma motocicleta furtada e atropelou um dos agentes durante uma abordagem a outro motociclista. Na sequência, outro guarda efetuou um disparo que atingiu o jovem no peito.

O adolescente morreu ainda no local. Até a última atualização das informações, a identidade dele não havia sido divulgada oficialmente.

Jovem estava acompanhado de outro adolescente

De acordo com a SSP-SP, os guardas realizavam uma abordagem quando o adolescente surgiu conduzindo outra motocicleta e atingiu um dos agentes.

A Prefeitura de Bertioga informou que, depois que o guarda foi atropelado, outro integrante da equipe reagiu e efetuou o disparo contra o jovem.

Na garupa da motocicleta estava outro adolescente. Ele foi levado para prestar esclarecimentos à polícia e, posteriormente, entregue à responsável legal.

Segundo a SSP-SP, a liberação ocorreu mediante assinatura de um compromisso de comparecimento à Justiça da Infância e Juventude.

Arma do guarda foi apreendida

Após a ocorrência, equipes de perícia foram acionadas para analisar o local. A arma utilizada pelo guarda municipal também foi apreendida e será submetida aos exames necessários para a investigação.

A motocicleta conduzida pelo adolescente foi recuperada. Conforme as informações divulgadas pelas autoridades, o veículo havia sido furtado e posteriormente foi devolvido à proprietária.

A dinâmica da ocorrência e as circunstâncias que levaram ao disparo serão analisadas durante a investigação.

Caso é investigado pela Polícia Civil

O caso foi registrado na Delegacia de Bertioga como homicídio decorrente de oposição à intervenção policial.

O registro policial é utilizado para classificar inicialmente a ocorrência e não representa, por si só, uma conclusão sobre a responsabilidade criminal do agente envolvido no disparo.

A Polícia Civil deverá analisar as provas periciais, os depoimentos e as imagens disponíveis para esclarecer a sequência dos fatos. A arma apreendida também será examinada para auxiliar na apuração.

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