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Flávio Bolsonaro
Reprodução internet
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Política – O senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ) afirmou, nesta quinta-feira (23), que é alvo de uma “perseguição desproporcional” ao comentar a quebra do sigilo de seu escritório de advocacia no âmbito de uma apuração relacionada a uma empresa investigada por supostos repasses ligados ao caso Master.

Durante uma transmissão ao vivo em seu canal no YouTube, o parlamentar negou ter recebido recursos da Copenhagen Assessoria e Consultoria e criticou a divulgação de documentos fiscais ligados ao caso.

Senador critica divulgação de notas fiscais

Na live, Flávio Bolsonaro afirmou que imagens de notas fiscais emitidas por seu escritório foram divulgadas à imprensa, embora, segundo ele, os documentos estivessem disponíveis apenas para o escritório e órgãos federais, como a Receita Federal.

O senador disse que não é investigado e afirmou estar sendo alvo de narrativas que, segundo ele, buscam desgastar sua imagem pública.

“Mesmo eu não sendo investigado por nada, por ser totalmente ficha limpa, mas ficam criando narrativas o tempo inteiro para tentar me desumanizar e me atacar.”

Flávio nega vínculo com empresa investigada

Mais cedo, foi noticiado que, em 7 de abril de 2025, o escritório de advocacia de Flávio Bolsonaro emitiu duas notas fiscais de R$ 500 mil para a empresa Copenhagen Assessoria e Consultoria S.A., investigada por suposta ligação com o caso Master.

As notas fiscais, no entanto, foram posteriormente canceladas.

Segundo o senador, ele desistiu de prestar serviços à empresa e, por esse motivo, as cobranças foram anuladas.

Parlamentar compara situação a outros casos

Durante a transmissão, Flávio também comparou sua situação a investigações envolvendo Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, e voltou a afirmar que não responde a investigações.

Sem citar diretamente o Judiciário, o senador declarou que a quebra de sigilo e outras medidas adotadas contra ele seriam parte de uma perseguição motivada por sua atuação política.

Senador comenta restrição para visitar Jair Bolsonaro

Flávio Bolsonaro também mencionou a decisão judicial que o impede de visitar o ex-presidente Jair Bolsonaro, que cumpre prisão domiciliar.

Segundo o parlamentar, a medida reforça sua percepção de que estaria sofrendo uma perseguição.

“Está acontecendo agora algo completamente desproporcional. É completamente absurdo o que está acontecendo.”

As declarações ocorreram durante uma live transmitida nas redes sociais, em meio à repercussão das informações sobre a quebra de sigilo de seu escritório e da divulgação das notas fiscais canceladas.

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