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terremotos na Venezuela
Reprodução internet
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Mundo – Os terremotos na Venezuela já deixaram pelo menos 3.342 mortos, segundo o balanço mais recente divulgado neste domingo (5) pelo Ministério da Informação do país. O novo levantamento representa um aumento de 388 vítimas fatais em relação à atualização anterior, refletindo o avanço das operações de busca e identificação nas áreas atingidas.

Apesar dos dados oficiais, críticos do governo venezuelano afirmam que o número real de mortos pode ser ainda maior, diante da dimensão da destruição provocada pelos tremores.

Governo atualiza número de vítimas

O Ministério da Informação informou que o total de mortos chegou a 3.342 pessoas após novas confirmações realizadas pelas equipes de resgate.

O aumento de 388 vítimas em comparação ao balanço anterior ocorre à medida que socorristas continuam encontrando pessoas sob os escombros e avançam na identificação das vítimas.

Os terremotos atingiram diversas regiões da Venezuela, causando danos severos em áreas urbanas, destruição de edifícios e o deslocamento de milhares de moradores.

Leia também: Céu vermelho na Venezuela chama atenção após terremotos

Estimativa aponta que número pode ultrapassar 10 mil

Embora o governo venezuelano tenha divulgado o novo balanço oficial, o Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS) avalia que o número final de mortos poderá ser significativamente maior.

Segundo o órgão, existe alta probabilidade de que o total de vítimas fatais ultrapasse 10 mil pessoas nos terremotos na Venezuela, considerando a intensidade dos terremotos e o nível de destruição registrado nas áreas afetadas.

A estimativa é baseada em modelos de impacto utilizados pelo USGS para grandes desastres naturais e não representa uma contagem oficial de vítimas.

Operações de resgate continuam

Equipes de emergência seguem atuando nas regiões mais atingidas em busca de sobreviventes e na remoção de escombros.

Além das ações de resgate, governos e organizações internacionais continuam enviando ajuda humanitária, incluindo medicamentos, alimentos, equipamentos e profissionais de saúde para atender os milhares de desabrigados.

A tragédia também elevou a preocupação das autoridades sanitárias com o risco de surtos de doenças, reforçando a necessidade de assistência médica e vacinação nas comunidades afetadas.

Enquanto novas informações são divulgadas, o número de mortos e desaparecidos pode continuar aumentando conforme as buscas prosseguem.

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