Lula deve indicar novo nome ao STF após viagem aos EUA
Reprodução das redes sociais
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Política – O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sinalizou a auxiliares que pretende definir uma nova indicação ao Supremo Tribunal Federal após retornar de viagem aos Estados Unidos.

A movimentação ocorre depois da rejeição, pelo Senado Federal do Brasil, do nome do advogado-geral da União, Jorge Messias, para a vaga na Corte.

Viagem aos EUA antecede decisão

Antes de avançar na escolha, Lula deve cumprir agenda internacional. O presidente embarca nesta quarta-feira (6) para os Estados Unidos, onde se reunirá com o presidente Donald Trump na quinta-feira (7).

A expectativa é que o retorno ao Brasil aconteça no fim de semana, momento a partir do qual o tema da indicação ao STF deve ganhar prioridade no Palácio do Planalto.

Futuro de Jorge Messias ainda é discutido

Nos bastidores, a estratégia do governo passa primeiro por definir o futuro de Jorge Messias. A ideia é que Lula volte a se reunir com o atual chefe da AGU antes de tomar qualquer decisão sobre a vaga no Supremo.

Entre as possibilidades em análise está a ida de Messias para o Ministério da Justiça, mantendo-o em evidência política. Nesse cenário, ele poderia voltar a ser considerado para o STF no futuro, dependendo do contexto político.

Diálogo com o Senado será decisivo

Outro passo considerado fundamental é a conversa com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre. O objetivo é avaliar o ambiente político e a viabilidade de aprovação de um novo nome.

A articulação busca evitar um novo desgaste após a rejeição recente, indicando a importância do alinhamento entre Executivo e Legislativo no processo.

Nomes cotados para o Supremo

Atualmente, pelo menos três nomes são mencionados como possíveis indicados:

  • Simone Tebet
  • Carol Proner
  • Manuellita Hermes Rosa Oliveira Filha

A definição, segundo integrantes do governo, pode ocorrer ainda em maio.

O que está em jogo na escolha

A indicação ao STF é uma das decisões mais relevantes do presidente da República, com impacto direto no Judiciário e no equilíbrio entre os poderes.

A escolha envolve não apenas critérios técnicos, mas também articulação política, já que o nome precisa ser aprovado pelo Senado.

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