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Suspeito de Estupro Coletivo em Copacabana
Suspeito de Estupro Coletivo em Copacabana veste camisa negando arrependimento
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Um dos investigados no caso de estupro coletivo contra uma adolescente de 17 anos em Copacabana, na Zona Sul do Rio de Janeiro, se apresentou à polícia usando uma camiseta com a frase em inglês “Regret nothing”, que significa “não me arrependo de nada”.

O suspeito compareceu à delegacia acompanhado de advogado. Ao chegar ao local vestido com a camiseta com a frase provocativa, chamando atenção de pessoas que estavam na frente da unidade policial.

A escolha da vestimenta gerou forte reação nas redes sociais. A expressão estampada na peça é frequentemente associada a fóruns e grupos misóginos na internet que disseminam discursos de ódio contra mulheres, os chamados grupos “Redpill”.

Camiseta faz referência a discurso misógino

A frase estampada na camiseta do suspeito também foi associada por internautas a conteúdos disseminados por influenciadores ligados a comunidades online com discursos considerados misóginos.

Uma das referências apontadas nas redes sociais é o influenciador britânico Andrew Tate, conhecido por declarações controversas sobre mulheres e por se tornar símbolo de comunidades da chamada cultura “red pill”.

O influenciador junto com o irmão, Tristan, está réu de uma investigação sobre estupro, tráfico de pessoas e formação de quadrilha para explorar mulheres na Romênia.

A peça de roupa, comercializada por uma grande rede de lojas de departamento, teve seu estoque esgotado após a viralização das imagens.

Especialistas ouvidos em reportagens sobre o caso apontam que esse tipo de conteúdo pode influenciar jovens e contribuir para a normalização de discursos hostis contra mulheres.

Caso de estupro coletivo em Copacabana

A investigação apura um episódio ocorrido em um apartamento em Copacabana, onde uma adolescente de 17 anos teria sido vítima de estupro coletivo. Segundo relatos, a jovem foi convidada para ir ao imóvel por um conhecido e, ao chegar ao local, foi abusada por um grupo de homens.

O caso é investigado pela Polícia Civil do Rio de Janeiro, que trabalha para identificar a participação de cada suspeito no crime.

O episódio gerou forte repercussão pública e mobilizou protestos de grupos que defendem os direitos das mulheres.

Investigação continua

A Polícia Civil segue apurando os detalhes do caso e reunindo provas para esclarecer o que ocorreu no apartamento onde a adolescente esteve.

Até o momento, as autoridades trabalham com depoimentos, análise de provas e outras diligências para determinar a responsabilidade de cada investigado. O caso segue sob investigação. 

Em caso de violência sexual, física ou psicólogica, denuncie, ligue o 180.

 

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