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Imagens de câmeras de segurança registraram uma situação que revoltou moradores de um condomínio em Sorocaba, no interior de São Paulo. Uma adolescente de 14 anos relatou ter sido abordada por um homem dentro de um mercadinho de autoatendimento localizado no próprio condomínio.

De acordo com o registro da ocorrência, a jovem entrou no local para fazer uma compra quando passou a ser observada por um homem que estava no ambiente. As imagens mostram o momento em que ele se aproxima da adolescente dentro do estabelecimento.

Segundo o relato da família, após perceber o comportamento do homem, a menina deixou o local e voltou para casa bastante abalada. Ela teria chegado chorando e contou o que havia acontecido aos familiares.

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Diante da situação, a família buscou acesso às imagens das câmeras de segurança do mercadinho do condomínio. As gravações registraram toda a movimentação no interior do estabelecimento e foram entregues às autoridades para investigação.

O caso foi registrado e passou a ser apurado pela Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) de Sorocaba. O suspeito foi identificado como Eduardo Silva Prado, de 48 anos, e já prestou depoimento no curso da investigação.

A Polícia Civil investiga o caso como importunação sexual, crime previsto no artigo 215-A do Código Penal, que prevê pena de um a cinco anos de prisão.

Como não houve prisão em flagrante, o suspeito responde à investigação em liberdade. Uma eventual prisão poderá ocorrer caso a Justiça entenda que existem elementos para decretar prisão preventiva durante o andamento do processo ou, posteriormente, em caso de condenação.

A adolescente está sendo acompanhada pelo Conselho Tutelar e deverá passar por escuta especializada, procedimento adotado quando a vítima é menor de idade, com o objetivo de colher o relato de forma protegida e evitar revitimização.

O inquérito policial segue em andamento e, após a conclusão da investigação, o material será encaminhado ao Ministério Público, que irá analisar se apresenta denúncia à Justiça.

A repercussão do caso também chegou ao ambiente profissional do suspeito. Após a circulação das imagens nas redes sociais, internautas localizaram o perfil profissional dele. A Companhia Brasileira de Alumínio (CBA) informou que o homem não faz mais parte do quadro de funcionários da empresa.

A Polícia Civil segue analisando as imagens e demais provas para esclarecer completamente as circunstâncias do caso.

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