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A ministra Cármen Lúcia, presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), anunciou nesta quinta-feira (9) que antecipará sua saída do cargo, que originalmente ocorreria em 3 de julho, para facilitar a transição de liderança da Corte. De acordo com a ministra, a decisão tem como objetivo garantir mais tempo ao ministro Kassio Nunes Marques, que assumirá a presidência do TSE, para preparar as eleições de 2026 com tranquilidade administrativa e sem atropelos.
Em sessão no TSE, Cármen Lúcia afirmou que a mudança de liderança próxima da data das eleições poderia comprometer a organização do pleito. “A mudança na titularidade dos cargos de direção deve ser feita de maneira cuidadosa para que o processo eleitoral ocorra de forma regular, transparente e segura”, destacou Cármen, que também lembrou que já assumiu a presidência do Tribunal em outras duas ocasiões.
O mandato de Cármen no TSE se encerraria em 3 de julho, mas ao antecipar sua saída para o mês de maio, a ministra visa garantir tempo suficiente para Nunes Marques e o futuro vice-presidente André Mendonça, para se prepararem adequadamente. A eleição dos novos dirigentes será realizada no próximo dia 14 de abril, com a posse prevista para maio.
Além disso, Cármen Lúcia explicou que essa mudança também permitirá que ela se dedique integralmente às suas funções no Supremo Tribunal Federal (STF), onde também exerce papel fundamental. A transição, que inclui a eleição de Nunes Marques e Mendonça, marca um momento importante na preparação para as próximas eleições, já que o presidente do TSE tem a responsabilidade de organizar o processo eleitoral, desde o registro das candidaturas até a divulgação dos resultados.
