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terremoto no Japão
Reprodução internet
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Mundo – Um terremoto de magnitude 5,8 atingiu neste sábado (22) uma região próxima à costa leste de Honshu, principal ilha do Japão, segundo informações do Centro Alemão de Pesquisa em Geociências (GFZ).

De acordo com o órgão, o terremoto no Japão ocorreu a aproximadamente 78 quilômetros de profundidade. O tremor foi registrado na região costeira de Honshu, uma área conhecida pela frequência de atividades sísmicas.

Até a publicação das informações, não haviam sido divulgados detalhes sobre possíveis vítimas, danos estruturais ou interrupções provocadas pelo terremoto.

Tremor aconteceu a 78 quilômetros de profundidade

O GFZ informou que o terremoto teve magnitude 5,8 e ocorreu a 78 quilômetros abaixo da superfície.

A profundidade é um dos fatores considerados na avaliação dos efeitos de um terremoto. Tremores mais profundos podem apresentar características diferentes daqueles que acontecem próximos à superfície, inclusive em relação à forma como a energia sísmica é sentida nas áreas habitadas.

O epicentro foi localizado próximo à costa leste de Honshu, no Japão.

Japão está em uma das regiões mais sísmicas do mundo

O Japão está localizado no chamado Anel de Fogo do Pacífico, uma extensa área que concentra grande parte da atividade sísmica e vulcânica do planeta.

A posição geográfica do arquipélago faz com que terremotos sejam relativamente frequentes no país. Por isso, construções, sistemas de alerta e protocolos de emergência japoneses são desenvolvidos levando em consideração o risco de tremores.

Apesar da magnitude registrada neste sábado, a avaliação dos impactos depende de fatores como profundidade, localização do epicentro e distância em relação às áreas habitadas.

Há risco de tsunami?

A ocorrência de um terremoto não significa, necessariamente, que haverá um tsunami.

O risco depende principalmente de características como a localização do tremor, sua profundidade e o tipo de movimento ocorrido no fundo do oceano. Terremotos submarinos com determinadas características podem deslocar uma grande quantidade de água e gerar ondas de tsunami.

No caso do tremor informado pelo GFZ, o material divulgado pela Reuters não apresentou informação sobre a emissão de alerta de tsunami.

Por isso, eventuais orientações para moradores e regiões costeiras devem ser acompanhadas pelos órgãos oficiais japoneses responsáveis pelo monitoramento sísmico.

Tremores podem ser revisados após novas análises

As informações iniciais sobre terremotos podem sofrer pequenas alterações à medida que os centros de monitoramento analisam os dados registrados por diferentes estações sísmicas.

Magnitude, profundidade e localização são parâmetros que podem ser revisados posteriormente. Por esse motivo, os números divulgados logo após um tremor podem apresentar diferenças entre agências de monitoramento.

O dado inicial divulgado pelo GFZ aponta magnitude 5,8 e profundidade de 78 quilômetros.

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