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Foto: Raul Baretta / Santos FC
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O Santos quitou nesta terça-feira dívidas que motivaram três punições da Fifa e conseguiu derrubar os respectivos transfer bans. Os débitos, ligados ao mecanismo de solidariedade nas negociações de João Basso, Benjamín Rollheiser e Álvaro Barreal, somavam aproximadamente R$ 946 mil.

Uma das pendências correspondia a US$ 55 mil, cerca de R$ 275 mil. As outras duas totalizavam 120 mil euros, aproximadamente R$ 671 mil. Apesar de resolver esses casos, o clube ainda tem quatro proibições de registrar jogadores em vigor, todas relacionadas a integrantes da comissão técnica do português Pedro Caixinha.

As punições envolvem o próprio treinador e os auxiliares José Pratas, Pedro Malta e José Belman. Juntas, as dívidas ultrapassam R$ 15 milhões, sendo a maior delas a de Caixinha, estimada em R$ 10,7 milhões, sem contar os juros que aumentam o valor devido.

O Peixe também enfrenta o risco de uma nova sanção por causa da dívida com o Al-Markhiya, do Catar, pela contratação por empréstimo do atacante Yusupha Njie. A Corte Arbitral do Esporte confirmou a condenação, em processo divulgado nesta semana. O jogador gambiano ficou quatro meses no clube, no segundo semestre de 2024, sem entrar em campo.

O clube catari cobrava 350 mil euros pelo empréstimo, encerrado antecipadamente pelo Santos no fim de 2024. O Peixe alegou dificuldades financeiras e pediu descontos na dívida e na multa contratual. A Corte aceitou parcialmente o argumento sobre o mecanismo de solidariedade e reduziu o débito para 332,5 mil euros, cerca de R$ 1,8 milhão, mantendo as multas previstas.

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